Quer receber investimento? Conheça o novo investidor-anjo

Vários empreendedores desejam recursos ilimitados para expandir a sua empresa. Sonham com dinheiro em caixa para poder chegar em novos mercados e gastar com marketing. Para tais empreendedores, flertar com conceitos como startup, angel investor, seeding e outros é bastante comum.

A partir de 1º de janeiro de 2017, empreendedores enquadrados no Simples Nacional (microempresas e empresas de pequeno porte) poderão contar com o novo investidor-anjo, figura importada que agora foi reconhecida pela legislação brasileira.

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O investidor-anjo não terá participação societária da empresa (isto é, não terá quotas ou percentual do capital social), mas sim remuneração pelos resultados da empresa. O investidor-anjo não será sócio, mas investidor que poderá receber até 50% (cinquenta por cento) dos lucros da empresa por até 5 (cinco) anos.

O contrato com o investidor anjo será o contrato de participação, com prazo máximo de 7 (sete) anos, a fim de estimular inovação e investimentos produtivos na empresa.

Resumindo:

  • agora a sua empresa poderá contar com um investimento de terceiro, que não passará a ser seu sócio, mas será remunerado da forma estabelecida no contrato de participação;
  • o seu contrato social permanecerá o mesmo, pois o investimento não fará parte do capital social; e
  • o investidor-anjo não terá um percentual da empresa, mas poderá ter percentual de lucro da empresa durante um prazo.

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Escreverei outros posts sobre outros aspectos da nova regra, inclusive sobre a perspectiva de quem quer investir como investidor-anjo.

Vamos juntos dominar a #leidojogo.